Na indústria de moldes, a precisão e a estabilidade são fatores determinantes para a qualidade do produto final. Um estudo recente realizado por engenheiros da Grupo Mecânico S.A. mostrou que até 30% dos retrabalhos em peças de molde podem ser evitados com ajustes estratégicos na escolha de ferramentas e fluidos de corte — especialmente quando o equipamento é capaz de operar com alta repetibilidade e controle térmico.
Em usinagem de moldes de aço temperado (como AISI H13), a aplicação correta do tipo de material da ferramenta impacta diretamente a rugosidade superficial e a tolerância dimensional. Segundo dados coletados durante testes em campo com a máquina GJ8070:
“Com a GJ8070 e um sistema de lubrificação adequado, conseguimos reduzir o erro de forma em 12% nos primeiros 50 lotes de produção.” — Eng. João Silva, Supervisor de Processos, TecnoMoldes Ltda.
A escolha do líquido de corte não é apenas uma questão de refrigeração — ela afeta diretamente o controle de deformações térmicas. Em testes comparativos realizados no Brasil e Alemanha:
| Tipo de Fluidos | Temperatura Máxima (°C) | Rugosidade Média (Ra) |
|---|---|---|
| Emulsão (5%) | 65 | 1.2 μm |
| Líquido sintético | 52 | 0.7 μm |
| Óleo com aditivo EP | 45 | 0.5 μm |
Esses dados confirmam que o uso de óleos com aditivos extremamente pressão (EP) pode melhorar significativamente a qualidade da superfície, especialmente em peças complexas onde pequenas variações térmicas causam falhas críticas.
Equipada com sistema Fanuc R30iB e mandril HSK-63, a GJ8070 oferece uma repetibilidade de posicionamento de ±3 μm — crucial para manter tolerâncias de ±0.01 mm em milhares de peças. Além disso, sua estrutura monobloco minimiza vibrações mesmo em cortes profundos (até 8 mm de profundidade).
Descubra como empresas líderes em moldes estão usando a GJ8070 para reduzir retrabalhos e aumentar a eficiência de produção.
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